quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Basilico em casa


Já falei que adoro o GMarket?
Não devo ter comentado aqui, mas a Coréia deve ser o país que mais compra e vende pela internet no mundo!!!  
Eu aprendi a  pesquisar e quando não conseguia sozinha, pedia ajuda pra Yewon, nossa salvadora coreana. 
Agora que  consegui fazer meu cadastro e aprendi a comprar pela internet aqui nesse mundo de "escrita pé de galinha", eu me realizo!!!

A última aquisição (segunda) chegou hoje (quarta): 300 gramas do mais perfumado e fresco manjericão ou "basilico".

Hoje vai ter salada caprese e pasta ao pesto!  Certeza!!!!



terça-feira, 30 de agosto de 2011

Berinjela do meu jeito.






Pra acompanhar o pão do Olivier Anquier, fiz esta espécie de caponata de berinjela que é sucesso aqui em casa.


3 berinjelas finas com casca cortada em pedaços pequenos
1 pimentão vermelho (médio) em pedaços
1 pimentão verde (médio) em pedaços
1 pimentão amarelo (médio) em pedaços
1 cebola grande em tirinhas
1/2 xícara de azeitonas picadas
alho em tirinhas
10 tomates cereja cortados em 4 pedaços
azeite em quantidade generosa (1/2 xícara mais ou menos)
sal
pimenta vermelha flocada à gosto


Coloque na panela os ingredientes em camadas, exceto as azeitonas, salgue e por último o azeite. Deixe em fogo baixo, mexendo de vez em quando. Fica pronto em 15 minutos. Quanto mais cozinha, mais escuro fica.  Antes de desligar, misture as azeitonas picadas e escorridas, mexa e desligue.  Deixe fechado por  algum tempo  antes de servir.


Aquei em casa comemos à temperatura ambiente. Mas pode serví-la quente ou fria, depende do gosto!

O pão do Olivier Anquier


Falei no Facebook que fiquei felizona de encontrar fermento fresco aqui na Coréia.  Pra comemorar, procurei uma receita de pão francês, tipo baguette.  
Dentre tantas receitas, me deparei com esta do site do Olivier Anquier que me deixou intrigada pois não leva açúcar nem gordura. 
Cética, resolvi fazer, seguindo o passo a passo direitinho e me surpreendi!  Delícia!!!


Pães
Rende 7 pães
Ingredientes:

• 1 kg de farinha de trigo especial
• 20 g de sal
• 30 g de fermento biológico
• 600 ml de água gelada
• Um pouquinho de farinha de trigo, para polvilhar a mesa
• 1/2 copo de água (para o passo final)
Prepare assim:

• Ponha a farinha sobre a mesa e triture o fermento com as mãos;
• Misture bem o sal na farinha;
• Faça um buraco no centro e coloque dentro o fermento. Junte a água gelada aos poucos e, com a mão, vá desmanchando o fermento e misturando à farinha.
• Trabalhe a massa até obter um composto homogêneo e elástico, que desprenda facilmente das mãos. Vá retirando pedaços da massa e jogando-os de volta. Repita várias vezes esse movimento de grudar e desgrudar, até que toda a massa tenha sido "beliscada".
• Jogue a massa sobre a mesa, abra-a um pouco com as mãos e dobre-a sobre si mesma, rapidamente. Repita esse gesto várias vezes, para que a massa fique bem oxigenada.
• Faça uma bola com a massa, cubra-a com um pano úmido e deixe-a descansar por vinte minutos, em um lugar que não tenha corrente de ar.
• Com uma faca, divida a massa em sete pedaços (cada pedaço dará um pão), sem mexer nos formatos. Cubra-os com um pano úmido e deixe-os descansar por vinte minutos.
• Enfarinhe ligeiramente a mesa e abra cada pedaço de massa com a palma da mão. Faça rolos grossos e alongue-os, deixando-os com as pontas bem finas.
• Distribua os pães em assadeiras e espere a massa crescer por uma hora e meia, coberta com um pano úmido;
• Pré-aqueça o forno a gás em temperatura bem alta (250°C);
• Faça cortes transversais bem leves nos pães, coloque-as no forno e baixe a temperatura para média;
• Jogue meio copo de água na placa inferior do forno para que o vapor dê brilho ao pão;
• Retire os pães após quinze minutos de forno, aproximadamente.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

August 2011 Daring Bakers' Challenge: Candylicious!


The August 2011 Daring Bakers’ Challenge was hosted by Lisa of Parsley, Sage, Desserts and Line Drive and Mandy of What the Fruitcake?!. These two sugar mavens challenged us to make sinfully delicious candies! This was a special challenge for the Daring Bakers because the good folks athttp://www.chocoley.com offered an amazing prize for the winner of the most creative and delicious candy!



O desafio deste mês  era fazer bombons e balas, ou candies como eles chamam. Eu entendo que na verdade o desafio era aprender a lidar com o chocolate e suas temperaturas corretas para manipulação, pra que além de gostoso ele fique lindo e brilhoso.

Tínhamos de fazer duas receitas de doces, uma de chocolate e outra não. Optei por fazer jujubas e bombom de brigadeiro branco com rum.


Os bombons eu fiz uma massa de brigadeiro branco e moldei como uma bola deixando só uma aberturinha, enchi de rum, fechei as pontas e depois banhei no chcocolate.

Fácil até. O que requer atenção é o ponto do chocolate.  Se estiver muito quente, quando seca fica opaco. Se estiver muito frio ou sem a devida consistência, não dá uma boa cobertura. Aprendi muito com este desafio.

As jujubas deram mais trabalho de pesquisa e tentativa e erro. 

Como não achei pectina líquida, optei por outra receita que achei, que usa gelatina incolor. Fica linda, e gostosa, mas o açúcar por fora tende a melar.

Fiz duas receitas, uma de limão e outra de uva. Ambas ficaram deliciosas.  mas não vou passar a receita que usei porque não ficou perfeita.

Foi muito divertido fazer. Os detalhes todos e as receitas você encontra aqui no site da Daring Kitchen.




Candylicious!!!!


quarta-feira, 24 de agosto de 2011

peixe com limão




Um peixe muito fácil e rápido de fazer. Eu usei filés de Tilápia, que era o que tinha em casa. 

Em uma forma, coloquei o papel alumínio. Salguei os filés e polvilhei uma pimenta tipo calabresa; o quanto de sal e pimenta depende do seu gosto. Fatiei finamente um limão e coloquei 2 fatias dele embaixo de cada filé e outras duas em cima e reguei com um fio de azeite. Fiz um pacote com o papel alumínio e coloquei no forno por um tempo que não lembro, mas foi uns 20 minutos, mais ou menos. O perfume do limão avisa quando está pronto. 

Servi com arroz branco e salada. Ficou muito bom!

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Galettes de blé noir (sarrasin)




Meu amigo Phillipe Nicolas me ensinou a fazer (mas tenho que praticar mais) as legítimas Galettes francesas com trigo sarraceno.




Ele tem uma prática danada pra fazer as galettes, além do todo o equipamento próprio.  
A receita mais simples e mais conhecida é simplesmente recheada com manteiga e sal.  
A que ele preparou pra nós é mais elaborada um pouco, mas nada difícil.



Ingredientes da massa (rende umas 15 galettes):


Farinha de trigo sarraceno 250g
500 ml de água
2 colheres de chá de farinha branca
1 ovo
Sal 
pimenta
óleo


Para o recheio de cada galette:

1 ovo
fatia de presunto 
e queijo Gruyere




Preparação:


- Em uma tigela, coloque a farinha de trigoAdicionar a gema de ovo e a farinha branca. Misture e adicione a água aos poucos, até obter uma pasta grossa.- Em outra tigela, bata as claras até ficarem firmes, adicione uma pitada de sal, uma pitada de pimenta e duas colheres de chá de óleo. Continue a bater lentamente- Mexa misturando as duas massas delicadamente.- Deixe descansar por uma hora:Montagem- Em uma panela antiaderente, passe uma toalha de papel umedecido com óleo. Aqueça e distribua uma concha pequena de massa sobre a superfície da panela. Asse até ficar  dourado de um lado e vire.  Quebre o ovo em uma metade e o espalhe para cozinhar. Na outra metade, meia colher de manteiga espalhada e uma fatia de presunto. Quando o ovo cozer, coloque o queijo sobre ele, e dobre a galette. O calor fará o queijo derreter.    


Pode-se abusar da criatividade na hora de rechear,  usar cogumelos,  molhos, vegetais ou  também aquele frango que sobrou de ontem, é só desfiar. 




C'est très délicieux!!!!


sábado, 13 de agosto de 2011

The Daring Cooks, August 2011 Challenge - Appam and Curry


Mais um desafio 


Mary, who writes the delicious blog, Mary Mary Culinary was our August Daring Cooks’ host. Mary chose to show us how delicious South Indian cuisine is! She challenged us to make Appam and another South Indian/Sri Lankan dish to go with the warm flat bread.


Este mês, Mary nos apresentou  uma comida naturalmente vegan e livre de glúten.

Appam é feito simplesmente de arroz,  fermento e o leite de coco. A massa fermentada é bem cozida, um pão de cada vez, sobre o fogão. Appam é como um cruzamento entre um crepe e um crumpet, com uma borda fina e nítida e um centro meio esponjoso. Elas são muitas vezes servidas no café da manhã, mas você pode fazer deles para o jantar também. Eles são perfeitos para acompanhar um delicioso ensopado a base de curry. 

Dentre as sugestões de molho eu fiz a de cordeiro (lamb), o que me deixou muito satsfeita.

Fizemos nosso próprio tempero para o curry.

Como o Appam não foi aprovado pelo meu piloto de testes, então eu servi o curry de cordeiro com  arroz simples.   E assim foi aprovado!!



A receita completa e todas as dicas, você encotra aqui no site da Daring  Kitchen.

domingo, 7 de agosto de 2011

Sopa de agnolini


Depois de um almoço curioso pela novidade, de uma sobremesa dos deuses e de algumas cervejas, vieram as memórias. 

Dentre estas, a de sopa de agnolini, que muitos conhecem por capeletti, sua propriedade milagrosa de recuperar ressacas e a diferença que faz se a sopa  é feita com o recheio do agnolini cru ou cozido.

Partimos do zero.  

4 coxas de frango que foram devidamente desossadas e a carne finamente picada na faca, temperadas com sal, pimenta e um pouquinho de noz moscada.

Com os ossos das coxas , cebola, alho e salsa, fizemos o broddo ou caldo onde seriam depois cozidos os agnolini.

A massa fizemos na hora também; 3 ovos inteiros e farinha o quanto baste para amassar (aproximadamente 3 xícaras).

A Kitchen Aid fez o trabalho pesado; nós cortamos a massa em quadradinhos e montamos os agnolini com a carne de frango previamente temperada.

Não se preocupe. são porções pequenas de carne que cozinham na sopa rapidinho!!

Prontos, foram para o broddo, corrigimos o sal e deixamos cozer até a massa ficar al dente.

Servido com generosa porção de grana padano, mas você pode usar parmiggiano reggiano também!


E foi o nosso jantar.


Banana flambada com sorvete de creme





Hoje eu fiz o Desafio do Daring Cooks, mas este vocês só verão aqui no próximo dia 14. Chamei a Valéria e o Paulo pra degustarem com a gente.  De sobremesa, a Valéria preparou para nós, bananas flambadas e serviu com sorvete de creme.



Eu nunca tinha feito, nem comido. É muito fácil e legal de fazer.  Pra duas porções, ela usou:

Um teco de manteiga na frigideira (uma colher de sopa bem rasa), o açúcar (umas 4 colheres de sopa), os pedaços de limão e laranja, que deixou caramelar até a cor ficar linda! Depois adicionou um copo de suco de laranja e deixou voltar a ferver. Adicionou as bananas maduras cortadas ao meio, um cálice de rum e flambou.

Servimos com sorvete de creme. 

Nhammmm


Filé de tilápia, aspargos e... miojo!!!




Normalmente o Mario não vem almoçarem casa. Esta semana foi diferente, porque o estaleiro basicamente está em férias (só os coreanos) e o refeitório está fechado.

Um dos dias fiz este PF que demorou muito pouco pra ficar pronto e estava delicioso.

Usei 2 filés de tilápia que decongelei previamente.
um maço de aspargos frescos
um pacotinho de miojo, só a massa.
uma colher de manteiga  
duas colheres de azeite (uma pro peixe outra pro miojo)
uma pitada de pimenta vermelha em flocos
sal a gosto

coloquei na frigideira a manteiga, uma colher de azeite e a pimenta flocada.  deixei esquentar e até dar uma queimadinha nas bordas. coloquei o peixe já salgado e deixei até ver que estava metade cozido; virei o peixe, baixei o fogo e juntei os aspargos limpos e secos.  enquanto os aspargos e o peixe coziam, coloqueri o miojo em uma travessa, botei água quente e no microondas por 1 minuto; olhei os aspargos, virei, conferi o cozimento do peixe;  abri o microondas olhei, e estava pronto. se precisar mais, vá firme!  Escorri o macarrão, adicionei o azeite e  manjericão seco (preferia fresco, mas não tem né?, fazer o que?).  

Depois foi só montar os pratos e servir.  Ficou boooommmm!!!!!!


sábado, 6 de agosto de 2011

Arroz de china metida a besta



1) Todo gaúcho sabe que  a expressão "china" é um encurtamento da palavra "chinoca" que  é uma forma carinhosa de chamar a "prenda"  que por sua vez é a mulher ou namorada.  Ok, tem uns desorientados que usam a expressão representando uma profissão nada fácil, exclusiva das mulheres, de forma pejorativa.  

2) Os tropeiros e carreteiros, antigos mercadores do Rio Grande do Sul, passavam dias viajando pelos pagos entregando mercadorias e gado.  Acampavam e preparavam suas refeições de modo rústico.  Como não havia forma de acondicionar em geladeiras ou freezers na época, usavam salgar a carne para conservá-la, originando o charque. Para preparar uma comida fácil, em acampamento, juntavam arroz e cebolas e criaram o ARROZ DE CARRETEIRO, que diferencia do risoto por ser mais seco e com arroz agulhinha.

Uma variação muito comum, talvez a mais conhecida deste prato é o arroz de china pobre, que pelo nome já indica uma mulher pobre, com poucas condições, usa ingredientes simples e baratos. Uma linguiça, meia cebola e arroz o quanto baste para alimentar a família toda.

Findo o momento cultural , vamos ao momento culinário:

Se você buscar aí pela internet, vai achar arroz de china emergente, de china classe média e até de china rica, com champignons e outros ingredientes nobres.

Como eu só tinha em casa:

1 colher de azeite
1 linguiça andouille (aquela linguiça apimentada que usei no desafio do Gambo)
1 cebola picada
1 dente de alho amassado
1 taça de vinho branco
arroz (coreano, que parece o carnarolli)
sal a gosto
salsinha pra enfeitar

coloquei o azeite na panela, a cebola picada e o alho amassado; deixei refogar até ficar amarronzado. Adicionei a linguiça sem pele e picada e refoguei por uns 5 minutos. juntei o arroz, misturei tudo e juntei  a taça de vinho.  Deixei até sevar o vinho, então acrescentei água quente  e deixei cozer o arroz. Mexi de vez em quando e acrescentei água até o arroz ficar al dente; joguei a salsinha e tampei a panela por uns 10 minutos antes de servir.

Por ter usado a ideia do arroz de china pobre, mas ter sido feito com produtos mais elaborados e usado vinho, chamei de arroz de china "metida a besta" .